Boletim de Indústria Animal http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia <p align="center"><img src="/bia/public/site/images/fprado/download2.jpg" alt=""></p> <p align="justify"><span style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';">O Boletim de Indústria Animal-BIA é uma revista científica de produção animal e áreas afins, de publicação contínua de acesso livre, on-line, editado pelo Instituto de Zootecnia, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O BIA tem por objetivo publicar artigos científicos originais em português e inglês, que contribuam para o desenvolvimento da produção animal, nas áreas de Aquicultura, Etologia e Ambiência, Forragicultura e Pastagens, Genética, Melhoramento Animal, Métodos Quantitativos e Economia, Nutrição Animal, Qualidade de Produtos de Origem Animal, Reprodução Animal, Sanidade Animal, e Sistemas de Produção e Agronegócios. Os manuscritos enviados ao Boletim de Indústria Animal devem ser inéditos e não podem ser publicados ou submetidos à publicação em outro meio de divulgação simultaneamente, com exceção de anais de congresso. O BIA publica artigos científicos. O conteúdo dos manuscritos submetidos à publicação no BIA é de responsabilidade exclusiva de seu(s) autor(es)</span><strong style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';"><em>.</em></strong></p> Instituto de Zootecnia pt-BR Boletim de Indústria Animal 1981-4100 <p>Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos, pois devem abrir mão de seus direitos autorais em favor deste periódico. Por outro lado, os autores ficam autorizados a publicar seus artigos, simultaneamente, em repositórios da instituição de sua origem, desde que citada a fonte da publicação original seja Boletim de Indústria Animal. A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação. As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade. Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC-BY-NC). A condição BY implica que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base em que só se dão o autor ou licenciante os créditos na forma especificada por estes. A cláusula NC significa que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base apenas para fins não comerciais.</p> Substituição da farinha de carne e ossos por farelo de soja em dietas para Cyprinus carpio http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1447 <p>Os ingredientes de origem animal possuem uma boa composição aminoacidica, porém muitas vezes com grande variação quantitativa. Neste trabalho foi avaliada a substituição da farinha de carne e ossos suína por farelo de soja com e sem o uso de lisina sintética na alimentação de juvenis de carpa comum. Foi conduzido um experimento com duração de 35 dias. Utilizou-se 135 peixes em um sistema de recirculação de água. Foram testadas três dietas: DA (dieta com proteína animal), DV (dieta 100% vegetal) e DV1 (dieta DV suplementada com 1% de lisina sintética). Após o período experimental, foram estimados os seguintes parâmetros zootécnicos: peso médio, comprimento total e padrão, fator de condição, taxa de crescimento específico, ganho de peso relativo, sobrevivência e biomassa. Além disso, analisou-se a composição centesimal dos peixes, onde foi determinado o teor de gordura, matéria seca e matéria mineral da carcaça. Foi medida também a quantidade de glicose plasmática das carpas. Os resultados de peso, comprimento e ganho de peso relativo foram superiores nos peixes alimentados com a dieta DA. Os peixes alimentados com dietas vegetais apresentaram maiores valores de glicose. A dieta com fonte protéica de origem animal é a melhor opção para a alimentação de juvenis de carpa comum.</p> S. Marasca M. R. C. Jovanovichs E. G. Durigon J. Uczay J. B. Gonzatto R. Lazzari ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-04-04 2019-04-04 76 1 9 10.17523/bia.2019.v76.e1435 Parâmetros qualitativos do sêmen e morfologia comparada da cabeça e peça intermediária do espermatozoide de Pirapitinga (Piaractus brachypomus), Pacu (Piaractus mesopotamicus) e Tambaqui (Colossoma macropomum) http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1639 <p>&nbsp;O objetivo deste trabalho foi avaliar os parâmetros qualitativos do sêmen e comparar a morfologia da cabeça do espermatozoide entre três espécies de peixes, <em>Piaractus mesopotamicu</em>s<em>, Piaractus brachypomus </em>e <em>Colossoma macropomum</em>. As amostras de sêmen foram coletadas de nove animais, três machos de cada espécie, por método de reprodução induzida no mês de novembro de 2011. Os espermatozoides foram submetidos à análise de motilidade e estudo da morfologia em microscopia eletrônica de varredura. As taxas de motilidade das três espécies avaliadas foram acima de 90%, não diferindo entre elas. Porém, a duração de motilidade do sêmen de pacu foi superior as demais espécies. O comprimento da cabeça (CC) dos espermatozóides de pacu, Pirapitinga e Tambaqui foram, respectivamente, 2,43 ± 0,19 μm, 1,94 ± 0,07 μm e 2,44 ± 0,12 μm. A largura da cabeça (LC) foram, respectivamente, 1,45 ± 0,07 μm, 1,76 ± 0,07 μm e 1,56 ± 0,06 μm. O comprimento da peça intermediária foram, respectivamente, 1,00 ± 0,10 μm, 1,54 ± 0,08 μm e 2,07 ± 0,33 μm. Os resultados revelam que os espermatozoides das três espécies diferem entre si na morfologia externa quanto ao tamanho e formato da cabeça, e nas proporções de comprimento da peça intermediária.</p> E. G. Gregorin V. O. Felizardo C. C. V. Melo R. T. F. Freitas U. N. Souza A. C. Costa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-05-23 2019-05-23 76 1 8 10.17523/bia.2019.v76.e1437 Características fermentativas, composição química e fracionamento da proteína da silagem de gliricídia submetida a diferentes períodos de fermentação http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1530 <p>Objetivou-se avaliar o efeito do tempo da fermentação sobre as características qualitativas e químicas da silagem de <em>Gliricidia sepium</em> cultivada no agreste sergipano. Utilizou-se delineamento experimental inteiramente casualisado com cinco tratamentos e seis repetições, sendo os tratamentos os diferentes períodos de abertura dos silos (7, 14, 30, 42 e 60 dias após a data do fechamento). Foram utilizados minissilos de PVC com 10 cm de diâmetro e 30 cm de comprimento. A produção de ácido lático sofreu influência (P=0,01) do tempo de fermentação apresentando comportamento quadrático positivo. A capacidade tampão apresentou comportamento linear (P=0,02), ao longo do tempo de fermentação. Observou-se comportamento quadrático negativo (P=0,01) para os valores de pH, em função do tempo de fermentação. Observou-se comportamento quadrático positivo (P&lt;0,01) sobre o nitrogênio amoniacal da silagem. Observou-se efeito quadrático positivo (P=0,04) na concentração de EE durante os tempos de fermentação analisados, não houve efeito (P&gt;0,05) do tempo de fermentação para as demais variáveis química com valores médios de 230,2 g/kg, 66,4; 514,8; 407,6; 66,7; 107,2; 447,4 e 213,4 (g/kg da MS) para MS, MM, FDN, FDA, Lig, Hem, Cel e CNF respectivamente. Não foi observado efeito (P&gt;0,05) do tempo de fermentação para o teor de proteína bruta (PB) e para os valores protéicos do fracionamento com valores médios de 204,2 g/kg, 356,2, 128,8, 353, 162,6, para PB, fração A, fração B1+B2, fração B3 e fração C, respectivamente. A Gliricídia demonstrou potencial como fonte de alimento na forma de silagem, pois a fermentação conservou suas características bromatológicas estando apta para consumo dos animais aos 60 dias de fermentação.</p> J. C. S. Santana J. A. S. Morais M. S. A. A. Santos A. L. C. Gurgel E. N. Muniz V. S. Oliveira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-04-04 2019-04-04 76 1 9 10.17523/bia.2019.v76.e1436 Morfogênese de pastagens de milheto e capim sudão submetidas ao pastejo contínuo http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1580 <p>Objetivou-se comparar os parâmetros morfogênicos de pastagens de milheto e capim sudão na Depressão Central do Rio Grande do Sul, manejadas com pastejo contínuo, subdivididos em dois períodos de avaliação. Os tratamentos consistiram em: Milheto = pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke) e Sudão = pastagem de capim sudão (Sorghum bicolor cv. sudanense); ambos tratamentos submetidos ao<br>pastejo contínuo com vacas de descarte. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado com 2 tratamentos e 2 períodos. A altura de dossel (32,69 vs 20,29 cm), taxa de aparecimento foliar (0,147 vs 0,080), número total de folhas por perfilho (4,74 vs 3,06), número de folhas vivas (4,26 vs 2,55), número de folhas jovens (1,92 vs 1,47) e número de folhas adultas (2,34 vs 1,08) foram superiores aos perfilhos de pastagens de milheto, enquanto a taxa de senescência foi superior em perfilhos de capim sudão (0,511cm) do que nos perfilhos de milheto (0,495cm). O número total de folhas (4,28 vs 3,53) e número de folhas mortas (0,58 vs 0,38) foram maiores no ciclo inicial de pastejo. Pastagens de milheto apresentam maior potencial vegetativo, ao pastejo, em comparação a pastagens de capim sudão.</p> R. F. Pacheco A. P. M. Martini D. Borchate A. F. Moura L. S. Rodrigues M. A. Silva A. R. Mayer D. C. Alves Filho I. L. Brondani ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-05-27 2019-05-27 76 1 7 10.17523/bia.2019.v76.e1440 Pigmentantes vegetais e sintéticos em dietas de galinhas poedeiras Negras http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1455 <p>O objetivo com o presente trabalho foi avaliar o desempenho e a qualidade dos ovos de galinhas poedeiras Negras Avifran alimentadas com a inclusão de 0,8% de extratos vegetais pigmentantes (extrato de páprica (<em>Capsicum annuum</em>), de flor de marigold (<em>Tagetes erectus</em>) e 0,045 % de pigmentante sintético (cantaxantina) na ração. Utilizou-se 120 poedeiras Negras Avifran distribuídas em 4 tratamentos, 6 repetições com 5 aves cada, totalizando 24 parcelas experimentais. Foram realizadas análises de desempenho zootécnico, qualidade dos ovos e cor&nbsp; da gema do ovo através de dois métodos de cores, leque colorimétrico e calorímetro digital. &nbsp;A inclusão de 0,8% de pigmentantes naturais na dieta de poedeiras Negras Avifran criadas em clima quente, pode ser utilizada como forma de substituir a cantaxantina, pois proporciona boa coloração da gema do ovo, favorecendo sua comercialização, e não prejudica o desempenho e a qualidade interna e externa dos ovos (P&gt;0,05).</p> J. K. Valentim T. M. Bitttencourt H. J. D. Lima D. D. Moraleco F. J. M. Tossuê N. E. M. Silva B. C. Vaccaro L. G. Silva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-05-22 2019-05-22 76 1 9 10.17523/bia.2019.v76.e1438 Efeito de dispositivos vaginais impregnados com alta ou baixa concentração de progesterona na taxa de prenhez de novilhas submetidas à inseminação artificial em tempo fixo http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1529 <p>O presente estudo teve como objetivo avaliar o uso de dispositivos intravaginais contendo doses altas ou baixas de progesterona (P4) na taxa de prenhez de novilhas zebuínas submetidas à inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Novilhas <em>Bos indicus</em> (Nelore) receberam, no dia 0, uma injeção im de 2 mg de benzoato de estradiol (BE) e, em seguida, foram divididas aleatoriamente em três grupos. Nos grupos 1 (n = 80) e 2 (n = 79) foi colocado um dispositivo intravaginal contendo 1,9 g (grupo 1) e 0,75 g ( grupo 2) de P4, enquanto que o grupo 3 (n = 76) não recebeu dispositivo. Os dispositivos intravaginais foram removidos no dia 8, juntamente com a aplicação im de uma dose luteolítica de cloprostenol. Metade dos animais de cada grupo recebeu adicionalmente um injeção im de 300 UI de eCG. Vinte e quatro horas depois, todos animais receberam uma segunda aplicação im de 1 mg de BE e foram inseminados 54-56 horas após a aplicação de cloprostenol. O diagnostico de prenhez foi realizado 40 dias após a IATF, por meio de ultrassonografia transretal. Os dados foram analisados ​​por regressão logística. As taxas de prenhez foram de 27,5% , 30,4% e 28,9% para os grupos 1, 2 e 3, respectivamente (P&gt; 0,05). A injeção de eCG, bem como outras variáveis tais como escore corporal, fazenda e presença de CL no início dos tratamentos não influenciaram esse resultado. Em conclusão, o uso de dispositivos intravaginas contendo alto (1,9 g) ou baixo (0,75 g) teor de P4 resultou em semelhantes taxas de prenhez após IATF de novilhas Nelore púberes.</p> F. L. N. Natal M. D. Pacheco R. H. Alvarez ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2019-05-21 2019-05-21 76 1 9 10.17523/bia.2019.v76.e1439