Boletim de Indústria Animal http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia <p align="center"><img src="/bia/public/site/images/fprado/download2.jpg" alt=""></p> <p align="justify"><span style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';">O Boletim de Indústria Animal-BIA é uma revista científica de produção animal e áreas afins, de publicação contínua de acesso livre, on-line, editado pelo Instituto de Zootecnia, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O BIA tem por objetivo publicar artigos científicos originais em português e inglês, que contribuam para o desenvolvimento da produção animal, nas áreas de Aquicultura, Etologia e Ambiência, Forragicultura e Pastagens, Genética, Melhoramento Animal, Métodos Quantitativos e Economia, Nutrição Animal, Qualidade de Produtos de Origem Animal, Reprodução Animal, Sanidade Animal, e Sistemas de Produção e Agronegócios. Os manuscritos enviados ao Boletim de Indústria Animal devem ser inéditos e não podem ser publicados ou submetidos à publicação em outro meio de divulgação simultaneamente, com exceção de anais de congresso. O BIA publica artigos científicos. O conteúdo dos manuscritos submetidos à publicação no BIA é de responsabilidade exclusiva de seu(s) autor(es)</span><strong style="font-size: medium; font-family: 'book antiqua';"><em>.</em></strong></p> pt-BR <p>Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos, pois devem abrir mão de seus direitos autorais em favor deste periódico. Por outro lado, os autores ficam autorizados a publicar seus artigos, simultaneamente, em repositórios da instituição de sua origem, desde que citada a fonte da publicação original seja Boletim de Indústria Animal. A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário. Nesses casos, os artigos, depois de adequados, deverão ser submetidos a nova apreciação. As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade. Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (CC-BY-NC). A condição BY implica que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base em que só se dão o autor ou licenciante os créditos na forma especificada por estes. A cláusula NC significa que os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados com base apenas para fins não comerciais.</p> editor@iz.sp.gov.br (Cristina Maria Pacheco Barbosa) teixeira@iz.sp.gov.br (Sebastião Teixeira) Thu, 04 Apr 2019 08:45:17 -0300 OJS 3.1.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Substituição da farinha de carne e ossos por farelo de soja em dietas para Cyprinus carpio http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1447 <p>Os ingredientes de origem animal possuem uma boa composição aminoacidica, porém muitas vezes com grande variação quantitativa. Neste trabalho foi avaliada a substituição da farinha de carne e ossos suína por farelo de soja com e sem o uso de lisina sintética na alimentação de juvenis de carpa comum. Foi conduzido um experimento com duração de 35 dias. Utilizou-se 135 peixes em um sistema de recirculação de água. Foram testadas três dietas: DA (dieta com proteína animal), DV (dieta 100% vegetal) e DV1 (dieta DV suplementada com 1% de lisina sintética). Após o período experimental, foram estimados os seguintes parâmetros zootécnicos: peso médio, comprimento total e padrão, fator de condição, taxa de crescimento específico, ganho de peso relativo, sobrevivência e biomassa. Além disso, analisou-se a composição centesimal dos peixes, onde foi determinado o teor de gordura, matéria seca e matéria mineral da carcaça. Foi medida também a quantidade de glicose plasmática das carpas. Os resultados de peso, comprimento e ganho de peso relativo foram superiores nos peixes alimentados com a dieta DA. Os peixes alimentados com dietas vegetais apresentaram maiores valores de glicose. A dieta com fonte protéica de origem animal é a melhor opção para a alimentação de juvenis de carpa comum.</p> S. Marasca, M. R. C. Jovanovichs, E. G. Durigon, J. Uczay, J. B. Gonzatto, R. Lazzari ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1447 Thu, 04 Apr 2019 07:57:14 -0300 Parâmetros qualitativos do sêmen e morfologia comparada da cabeça e peça intermediária do espermatozoide de Pirapitinga (Piaractus brachypomus), Pacu (Piaractus mesopotamicus) e Tambaqui (Colossoma macropomum) http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1639 <p>&nbsp;O objetivo deste trabalho foi avaliar os parâmetros qualitativos do sêmen e comparar a morfologia da cabeça do espermatozoide entre três espécies de peixes, <em>Piaractus mesopotamicu</em>s<em>, Piaractus brachypomus </em>e <em>Colossoma macropomum</em>. As amostras de sêmen foram coletadas de nove animais, três machos de cada espécie, por método de reprodução induzida no mês de novembro de 2011. Os espermatozoides foram submetidos à análise de motilidade e estudo da morfologia em microscopia eletrônica de varredura. As taxas de motilidade das três espécies avaliadas foram acima de 90%, não diferindo entre elas. Porém, a duração de motilidade do sêmen de pacu foi superior as demais espécies. O comprimento da cabeça (CC) dos espermatozóides de pacu, Pirapitinga e Tambaqui foram, respectivamente, 2,43 ± 0,19 μm, 1,94 ± 0,07 μm e 2,44 ± 0,12 μm. A largura da cabeça (LC) foram, respectivamente, 1,45 ± 0,07 μm, 1,76 ± 0,07 μm e 1,56 ± 0,06 μm. O comprimento da peça intermediária foram, respectivamente, 1,00 ± 0,10 μm, 1,54 ± 0,08 μm e 2,07 ± 0,33 μm. Os resultados revelam que os espermatozoides das três espécies diferem entre si na morfologia externa quanto ao tamanho e formato da cabeça, e nas proporções de comprimento da peça intermediária.</p> E. G. Gregorin, V. O. Felizardo, C. C. V. Melo, R. T. F. Freitas, U. N. Souza, A. C. Costa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1639 Thu, 23 May 2019 00:00:00 -0300 Características fermentativas, composição química e fracionamento da proteína da silagem de gliricídia submetida a diferentes períodos de fermentação http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1530 <p>Objetivou-se avaliar o efeito do tempo da fermentação sobre as características qualitativas e químicas da silagem de <em>Gliricidia sepium</em> cultivada no agreste sergipano. Utilizou-se delineamento experimental inteiramente casualisado com cinco tratamentos e seis repetições, sendo os tratamentos os diferentes períodos de abertura dos silos (7, 14, 30, 42 e 60 dias após a data do fechamento). Foram utilizados minissilos de PVC com 10 cm de diâmetro e 30 cm de comprimento. A produção de ácido lático sofreu influência (P=0,01) do tempo de fermentação apresentando comportamento quadrático positivo. A capacidade tampão apresentou comportamento linear (P=0,02), ao longo do tempo de fermentação. Observou-se comportamento quadrático negativo (P=0,01) para os valores de pH, em função do tempo de fermentação. Observou-se comportamento quadrático positivo (P&lt;0,01) sobre o nitrogênio amoniacal da silagem. Observou-se efeito quadrático positivo (P=0,04) na concentração de EE durante os tempos de fermentação analisados, não houve efeito (P&gt;0,05) do tempo de fermentação para as demais variáveis química com valores médios de 230,2 g/kg, 66,4; 514,8; 407,6; 66,7; 107,2; 447,4 e 213,4 (g/kg da MS) para MS, MM, FDN, FDA, Lig, Hem, Cel e CNF respectivamente. Não foi observado efeito (P&gt;0,05) do tempo de fermentação para o teor de proteína bruta (PB) e para os valores protéicos do fracionamento com valores médios de 204,2 g/kg, 356,2, 128,8, 353, 162,6, para PB, fração A, fração B1+B2, fração B3 e fração C, respectivamente. A Gliricídia demonstrou potencial como fonte de alimento na forma de silagem, pois a fermentação conservou suas características bromatológicas estando apta para consumo dos animais aos 60 dias de fermentação.</p> J. C. S. Santana, J. A. S. Morais, M. S. A. A. Santos, A. L. C. Gurgel, E. N. Muniz, V. S. Oliveira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1530 Thu, 04 Apr 2019 09:09:01 -0300 Morfogênese de pastagens de milheto e capim sudão submetidas ao pastejo contínuo http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1580 <p>Objetivou-se comparar os parâmetros morfogênicos de pastagens de milheto e capim sudão na Depressão Central do Rio Grande do Sul, manejadas com pastejo contínuo, subdivididos em dois períodos de avaliação. Os tratamentos consistiram em: Milheto = pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke) e Sudão = pastagem de capim sudão (Sorghum bicolor cv. sudanense); ambos tratamentos submetidos ao<br>pastejo contínuo com vacas de descarte. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado com 2 tratamentos e 2 períodos. A altura de dossel (32,69 vs 20,29 cm), taxa de aparecimento foliar (0,147 vs 0,080), número total de folhas por perfilho (4,74 vs 3,06), número de folhas vivas (4,26 vs 2,55), número de folhas jovens (1,92 vs 1,47) e número de folhas adultas (2,34 vs 1,08) foram superiores aos perfilhos de pastagens de milheto, enquanto a taxa de senescência foi superior em perfilhos de capim sudão (0,511cm) do que nos perfilhos de milheto (0,495cm). O número total de folhas (4,28 vs 3,53) e número de folhas mortas (0,58 vs 0,38) foram maiores no ciclo inicial de pastejo. Pastagens de milheto apresentam maior potencial vegetativo, ao pastejo, em comparação a pastagens de capim sudão.</p> R. F. Pacheco, A. P. M. Martini, D. Borchate, A. F. Moura, L. S. Rodrigues, M. A. Silva, A. R. Mayer, D. C. Alves Filho, I. L. Brondani ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1580 Mon, 27 May 2019 09:45:25 -0300 Produção e morfogênese de capim BRS Tamani sob diferentes doses de nitrogênio e intensidades de desfolhação http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1497 <p>Objetivou-se com este trabalho avaliar a produção de forragem e as características morfogênicas e estruturais do <em>Panicum maximum</em> cv. BRS Tamani, em função de doses de nitrogênio e intensidades de corte. O experimento foi conduzido em casa de vegetação. Foram avaliadas quatro doses de nitrogênio (0, 50, 100 e 200 mg/dm<sup>-</sup>³) e duas intensidades de corte (5 cm e 15 cm), em esquema fatorial 4 × 2, num delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições. A taxa de alongamento foliar do capim BRS Tamani foi influenciada pela adubação nitrogenada, com resposta linear e positiva. Não foi observado efeito da intensidade de desfolhação para essa variável. A duração de vida da folha foi influenciada pela adubação nitrogenada, pela intensidade de desfolhação e pela interação entre os fatores. As características morfogênicas do capim BRS Tamani são influenciadas pela adubação nitrogenada. Plantas com maior aporte de nitrogênio alongam maior número de folhas, sendo o intervalo de aparecimento menor. Em ausência de adubação nitrogenada o capim BRS Tamani mantem as folhas vivas por mais tempo e em menor número. Plantas de capim BRS Tamani cortadas mais intensamente apresentam maior número de perfilhos. A adubação nitrogenada aumentou a produção de forragem da parte aérea de capim BRS Tamani, sem efeito na produção de raiz. Plantas submetidas a cortes mais intensos (5 cm) apresentaram maior produção de matéria seca da parte aérea.</p> J. A. Martuscello, J. F. Rios, M. R. Ferreira, J. A. Assis, T. G. S. Braz, D. N. F. V. Cunha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1497 Mon, 29 Jul 2019 16:15:44 -0300 Caracterização físico-química de silagens de bagaço de uvas tintas e brancas http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1606 <p>O uso do bagaço de uva, um coproduto da indústria da viticultura se apresenta como uma alternativa de reduzir custos com alimentação dos ruminantes, auxiliando também o meio ambiente, pois além de dar um destino a este material que é descartado pela indústria, ainda auxilia na redução da produção de metano pelos ruminantes. O objetivo neste trabalho teve por finalidade apresentar resultados físico-químicos de silagens de bagaço de uva, com diferentes variedades de uvas tintas e brancas. O processo de ensilagem foi realizado em microsilos de pvc, o delineamento experimental foi em parcelas subdivididas inteiramente casualizado, onde os silos foram distribuídos em dois tratamentos (uvas brancas e tintas) com três variedades de uvas cada, contendo três repetições, totalizando 18 silos. Avaliou-se a composição bromatológica das silagens de uvas brancas e tintas separadamente. Nas variedades de uvas brancas estudadas, a uva Chardonnay apresentou maiores teores de MS (23,23 %), MO (92,10 %), PB (12,60 %) FDA (43,47 %) e EE (7,02 %) em relação às variedades Gewurztramine e Sauvignon Blanc. No que se refere às variedades tintas, não houve diferença (P&lt;0,05) nos teores de PB, no entanto os valores de pH foram maiores (4,10) na variedade Cabernet Sauvignon. As uvas Merlot e Tannat apresentaram teores semelhantes (P&lt;0,05) para MS, MO, MM e pH. As silagens de bagaço de uvas brancas e tintas deste estudo apresentam baixos valores de MS resultando em perdas nutricionais, com níveis de PB medianos quando comparados a outros estudos. Embora os valores de pH estejam adequados a boa fermentação do material ensilado, os teores de lignina e gordura são muito elevados, tornando este material ensilado com baixo valor nutricional para utilização na alimentação de ruminantes, onde mais estudos devem ser realizados com este coproduto.</p> P. P. Rosa, A. A. S. Xavier, R. C. Chesini, A. P. T. Oliveira, J. S. Camacho, M. R. Faria, L. P. Nunes ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1606 Fri, 02 Aug 2019 09:43:40 -0300 Pigmentantes vegetais e sintéticos em dietas de galinhas poedeiras Negras http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1455 <p>O objetivo com o presente trabalho foi avaliar o desempenho e a qualidade dos ovos de galinhas poedeiras Negras Avifran alimentadas com a inclusão de 0,8% de extratos vegetais pigmentantes (extrato de páprica (<em>Capsicum annuum</em>), de flor de marigold (<em>Tagetes erectus</em>) e 0,045 % de pigmentante sintético (cantaxantina) na ração. Utilizou-se 120 poedeiras Negras Avifran distribuídas em 4 tratamentos, 6 repetições com 5 aves cada, totalizando 24 parcelas experimentais. Foram realizadas análises de desempenho zootécnico, qualidade dos ovos e cor&nbsp; da gema do ovo através de dois métodos de cores, leque colorimétrico e calorímetro digital. &nbsp;A inclusão de 0,8% de pigmentantes naturais na dieta de poedeiras Negras Avifran criadas em clima quente, pode ser utilizada como forma de substituir a cantaxantina, pois proporciona boa coloração da gema do ovo, favorecendo sua comercialização, e não prejudica o desempenho e a qualidade interna e externa dos ovos (P&gt;0,05).</p> J. K. Valentim, T. M. Bitttencourt, H. J. D. Lima, D. D. Moraleco, F. J. M. Tossuê, N. E. M. Silva, B. C. Vaccaro, L. G. Silva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1455 Wed, 22 May 2019 08:44:52 -0300 Substituição de vit D3 pelo metabólito de origem vegetal 1,25(oh)2d3 influenciando o desempenho e qualidade óssea em frangos de corte aos 21 dias http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1612 <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: 150%; background: white;"><span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Book Antiqua','serif';">O<span style="background: white;">bjetivou-se avaliar a inclusão do metabólito </span>1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub> como fonte de substituição da vitamina D3 (colecalciferol) no suplemento vitamínico das rações de frangos de corte, assim como a influência desse metabólito sobre o desempenho e qualidade óssea até os 21 dias de idade. Foram alojados 1400 pintos de corte machos, aos 7 dias de alojamento, esses foram pesados e divididos em seis tratamentos experimentais, com 6 repetições e 38 aves por repetição. Os tratamentos constituíam da manutenção da quantidade de vitamina D<sub>3</sub> para frangos de corte em: 100%, 75%, 50%, 25% e 0%, e adição do metabolito vitamínico bioativo [1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub>] em quantidade fixa, mais o tratamento controle, que recebeu somente a vitamina D3 na dose recomendada como única fonte de vitamina D. Os dados foram submetidos à análise de variância usando o procedimento General Linear Models do software SAS® e, em caso de diferenças estatisticamente significativas, as médias foram comparadas pelo teste de Dunnett a 5% de probabilidade. O peso médio, o ganho de peso e o ganho de peso diário diferiram significativamente (p&lt;0,05) do controle, pelo teste de Dunnett, somente nos tratamentos em que houve inclusão de 75% Vit D<sub>3 +</sub>1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub>, sendo observado melhores médias para essas variáveis. O consumo de ração foi maior (p&lt;0,05) nos frangos que receberam 25% Vit D<sub>3</sub>+1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub>, quando comparado com as aves que receberam a dieta controle. Quando se incluiu o 1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub> como fonte única da vitamina D<sub>3</sub>, foram observados os piores valores (p&lt;0,05) para peso médio, ganho de peso, ganho de peso diário e consumo, não havendo diferença significativa (p&gt;0,05) para a conversão alimentar. A morfometria óssea não foi influenciado (p&gt;0,05) pela redução da vitamina D<sub>3</sub> no suplemento vitamínico e nem pela utilização do 1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3. </sub>O percentual de cálcio nas cinzas das tíbias nos tratamentos em que houve inclusão de 75% Vit D<sub>3</sub>+1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub> foi superior (p&lt;0,05) ao do controle pelo teste de Dunnett. A redução de vitamina D3 até o nível de 25% da exigência no suplemento vitamínico, combinados com a inclusão de 50g/t de ração de 1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3</sub>, permite a manutenção do desempenho e a da qualidade óssea de frangos de corte aos 21 dias de idade. A utilização do 1,25(OH)<sub>2</sub>D<sub>3 </sub>como fonte única da vitamina D, na quantidade testada, prejudicou o desempenho zootécnico, e piorou a qualidade óssea avaliada pelo percentual de cinza e pela resistência óssea à quebra.</span></p> O. S. Alves, T. L. Reis, J. E. Moraes, C. C. Pizzolante, L. F. L. Calixto ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1612 Tue, 30 Jul 2019 15:36:43 -0300 Qualidade de hambúrgueres e linguiças feitos com carne de cordeiros alimentados com grãos de girassol e vitamina E http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1579 <p>O objetivo deste trabalho foi avaliar os aspectos qualitativos de hambúrgueres e linguiças feitos com cortes menos nobres da carcaça de cordeiros alimentados com grãos de girassol e vitamina E. A carne do pescoço e das costelas de 32 cordeiros Ile de France abatidos aos 32 kg de peso corporal foi utilizada na confecção dos processados. Os cordeiros foram divididos em quatro tratamentos com oito animais em cada: C – cana-de-açúcar + concentrado; CG – cana-de-açúcar + concentrado com grãos de girassol; CE – cana-de-açúcar + concentrado com 1000 mg vitamina E/ kg de matéria seca (MS) da dieta e CGE – cana-de-açúcar + concentrado com grãos de girassol e 1000 mg vitamina E/ kg de MS da dieta. Observou-se interação entre grãos de girassol e vitamina E (P&lt;0,05) para as variáveis pH, cor, maciez e oxidação lipídica dos hambúrgueres e nos valores de luminosidade, teor de amarelo, capacidade de retenção de água e maciez das linguiças. Nas linguiças constatou-se também, diferença (P&lt;0,05) entre os tratamentos com a inclusão de grãos de girassol na dieta para as variáveis, perdas de peso por cocção, teor de vermelho (a*) e oxidação lipídica, sendo estes dois últimos também influenciados (P&lt;0,05) pela inclusão de vitamina E. Os hambúrgueres feitos com carne dos animais alimentados com a dieta controle (C) tiveram maior pH (5,77) e os hambúrgueres e as linguiças do tratamento CGE tiveram maior valor de a* 9,40 e 8,79 e menor valor de oxidação lipídica 4,42 e 2,15 mg malonaldeído/ kg de amostra, respectivamente. A maciez foi maior (0,57 kgf/ cm<sup>2</sup>) nas linguiças provenientes de animais do tratamento CG e menor (0,31 kgf/ cm<sup>2</sup>) nas do tratamento CGE que apresentaram maior PPC (23,03%) em comparação com as linguiças do tratamento em que os animais foram alimentados somente com grãos de girassol (17,21%). A carne de animais alimentados com grãos de girassol e vit. E pode ser utilizada para fabricação de produtos processados. Hambúrgueres e linguiças são boas alternativas de processamento da carne ovina.</p> F. A. Almeida, A. G. Silva Sobrinho, V. Endo, A. C. Columbeli, N. L. L. Lima, N. M. B. L. Zeola, L. G. A. Cirne ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1579 Fri, 02 Aug 2019 09:35:42 -0300 Efeito de dispositivos vaginais impregnados com alta ou baixa concentração de progesterona na taxa de prenhez de novilhas submetidas à inseminação artificial em tempo fixo http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1529 <p>O presente estudo teve como objetivo avaliar o uso de dispositivos intravaginais contendo doses altas ou baixas de progesterona (P4) na taxa de prenhez de novilhas zebuínas submetidas à inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Novilhas <em>Bos indicus</em> (Nelore) receberam, no dia 0, uma injeção im de 2 mg de benzoato de estradiol (BE) e, em seguida, foram divididas aleatoriamente em três grupos. Nos grupos 1 (n = 80) e 2 (n = 79) foi colocado um dispositivo intravaginal contendo 1,9 g (grupo 1) e 0,75 g ( grupo 2) de P4, enquanto que o grupo 3 (n = 76) não recebeu dispositivo. Os dispositivos intravaginais foram removidos no dia 8, juntamente com a aplicação im de uma dose luteolítica de cloprostenol. Metade dos animais de cada grupo recebeu adicionalmente um injeção im de 300 UI de eCG. Vinte e quatro horas depois, todos animais receberam uma segunda aplicação im de 1 mg de BE e foram inseminados 54-56 horas após a aplicação de cloprostenol. O diagnostico de prenhez foi realizado 40 dias após a IATF, por meio de ultrassonografia transretal. Os dados foram analisados ​​por regressão logística. As taxas de prenhez foram de 27,5% , 30,4% e 28,9% para os grupos 1, 2 e 3, respectivamente (P&gt; 0,05). A injeção de eCG, bem como outras variáveis tais como escore corporal, fazenda e presença de CL no início dos tratamentos não influenciaram esse resultado. Em conclusão, o uso de dispositivos intravaginas contendo alto (1,9 g) ou baixo (0,75 g) teor de P4 resultou em semelhantes taxas de prenhez após IATF de novilhas Nelore púberes.</p> F. L. N. Natal, M. D. Pacheco, R. H. Alvarez ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1529 Tue, 21 May 2019 00:00:00 -0300 Effect of sheep diets with macadamia by-product and protected fat on the quality of fresh and frozen semen http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1547 <p>The objective was to evaluate the seminal quality of Morada Nova sheep consuming diets supplemented with macadamia residue and protected fat. The experiment was carried out with 24 rams aged 18 or 30 months, distributed in four treatment groups: control (C), 50 g (MAC50) or 150 g (MAC150) of macadamia industrial by-product; and 50 g of protected fat (Megalac®), added to the concentrate. Semen was collected at four intervals: before supplementation (day 0), 30, 60 and 75 days after the beginning of supplementation. Semen was collected to measure volume, appearance, motility, vigour, swirling, concentration and morphology. At days 60 and 75, semen was frozen for determination of plasma membrane integrity, acrosome integrity and mitochondrial activity after thawing. Analysis of variance was performed and the means were compared by the SNK test. In the analysis of fresh semen, a significant effect (p &lt; 0.05) of the treatments on motility was observed. For cryopreserved semen, there was no difference (p &gt; 0.05). The inclusion of 50 or 150 g of macadamia residue or 50 g of Megalac in the diet does not alter the quantitative and qualitative aspects of fresh and post-thawed semen.</p> D. B. Pereira, A. T. Geraldo, C. M. G. David, C. R. Quirino, F. P. Campos, C. H. C. Viana, M. Nichi, G. A. E. Parren, A. R. Bozzi, R. T. Beltrame, R. L. D. Costa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1547 Thu, 01 Aug 2019 10:13:52 -0300 Eficácia do alho como ant-ihelmíntico em ovinos http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1586 <p style="text-align: justify;">O objetivo desta pesquisa foi avaliar o efeito do alho como anti-helmíntico em ovinos. A eficácia dos tratamentos foi calculada com base na redução de ovos por grama de fezes (OPG) e coprocultura. Foram conduzidos oito experimentos (En), quatro em condições de confinamento, ovelhas submetidas ao tratamento, repetido quatro (E1) e duas vezes (E2); o mesmo foi conduzido com cordeiros (E3-4) e quatro experimentos (E5-8) em pastagem natural. Foram utilizados ovinos mestiços, manejados em confinamento e alocados em três grupos: controle negativo, outro tratado com alho in natura (120 g/100 kg de peso corporal), administrado em intervalos regulares, quatro ou duas vezes (1º; 7°; 14° e 21º dia ou 1° e 14º dia). O mesmo foi realizado em condições de pastejo, mas com dois grupos: o controle e o tratado com extrato aquoso de alho. O mesmo foi realizado em condições de pastejo, mas com dois grupos: o controle e o tratado com extrato aquoso de alho. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro repetições (ovelhas ou cordeiros). Amostras de fezes foram coletadas dia 0; 7; 14; 21 e 28. Os tratamentos constituídos por alho in natura e extrato de alho apresentaram redução do número de OPG de 55 e 72% em ovelhas e 68 e 76% em cordeiros confinados, respectivamente. Sob pastejo, a redução do número de OPG foi de 80 e 74%, respectivamente, para ovelhas e cordeiros tratados com extrato de alho. Valor aproximado foi observado entre grupos submetidos ao tratamento repetido (quatro ou duas vezes). Valores similares de gêneros larvais foram observados entre os tratamentos em ambas estratégias de manejo.</p> J. C. Santos, C. J. Olivo, M. Severo, F. A. Custiel, M. Somavilla, C. A. Agnolin ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 http://iz.sp.gov.br/bia/index.php/bia/article/view/1586 Thu, 01 Aug 2019 15:22:07 -0300