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09/08/2011

Valor nutritivo e formas de utilização do resíduo de palmito de pupunheira para ruminantes foi tema de estudo da Pós-Graduação do Instituto de Zootecnia

O Instituto de Zootecnia tem a honra de comunicar, que o Comitê de Pós-Graduação, em reunião realizada dia 04/08/2011, indicou os membros para integrar a Banca de Defesa do Sr. José Evandro de Moraes, O trabalho intitulado ”Valor nutritivo e formas de utilização do resíduo de palmito de pupunheira para ruminantes”, referente ao Curso de Mestrado em Produção Animal Sustentável.

 

A Comissão Julgadora está assim constituída, como titulares Dr. Valdinei Tadeu Paulino, Dr. Erval Rafael Damatto Júnior e Dr. Edison Valvasori. Para suplentes estão os pesquisadores Érika Salgado Politi Braga e Rosana Aparecida Possenti.

 

O exame será realizado no dia 23 de agosto de 2011, com início às 13h30, na sala de Aulas, da Ala da Pós-graduação, do Instituto de Zootecnia.

 

O trabalho teve como objetivo avaliar o valor nutritivo e formas de utilização do resíduo agroindustrial de pupunheira na alimentação animal. As avaliações foram realizadas na APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) - Pólo Regional do Vale do Ribeira - Pariquera-Açú /SP e no Instituto de Zootecnia - Nova Odessa/SP.

 

Segundo o mestrando do IZ o resíduo “in natura” foi avaliado em dois ensaios, um sobre qualidade e outro sobre sua digestibilidade. O delineamento experimental para os ensaios de qualidade foi em Blocos Casualizados (DBC), com quatro tratamentos e quatro repetições, sendo: testemunha (resíduo sem aditivos); resíduo com banana (cachos); resíduo com arroz (sem classificação) e resíduo com polpa cítrica, com nível de 25% de matéria seca equivalente.

 

O resíduo ensilado foi avaliado em dois ensaios, um sobre qualidade e outro sobre sua digestibilidade, com os tratamentos; testemunha (resíduo sem aditivos) e adição de 15% da matéria natural aos resíduos de pupunha como os mesmos produtos adicionados no ensaio in natura. Os melhores resultados para os ensaios de qualidade do resíduo in natura e do resíduo ensilado foram os tratamentos com adição de arroz e polpa cítrica. O delineamento experimental para os ensaios de digestibilidade foi inteiramente casualizado (DIC), com os mesmos tratamentos e cinco repetições. Os resultados de digestibilidade do resíduo de pupunheira foram superiores com todos os aditivos, com maior destaque aos tratamentos com adição de arroz (P<0,05). Ainda, segundo o mestrando, o resíduo pode ser utilizado em dietas de ruminantes, a fibra é de boa qualidade com níveis protéicos variáveis. Quando comparado a outros volumosos pode ser considerado de média a alta qualidade. A grande quantidade de água no resíduo prejudica sua eficiência e estocagem. A utilização do resíduo pode servir como ferramenta à sustentabilidade da cadeia produtiva do palmito de pupunheira e produção animal em regiões onde as atividades co-existam.

Em breve a dissertação poderá ser conferida na íntegra no site do Instituto de Zootecnia.

 

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Fonte: PG/IZ

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