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Bulletin of Animal Husbandry
Volume: 74 - Número: 2 - Pg: 86-95 - Ano: 2017


Autores
A. L. C. Gurgel, G. S. Difante, J. V. Emerenciano Neto, J. S. Souza, E. L. L. Veras, A. B. G. Costa, R. T. Carvalho Netto, L. S. Fernandes, J. C. Cunha, F. F. S. Roberto


Estrutura do pasto e desempenho de ovinos em capim-massai na época seca em resposta ao manejo do período das águas
Resumo

O objetivo do trabalho foi avaliar a estrutura do dossel e o desempenho de ovinos durante a estação seca em resposta ao manejo adotado nas águas em pastos de capim-massai. Os tratamentos consistiram do arranjo fatorial 2 x 2, duas metas de interceptação de luz (90% e 95%) e duas alturas de pós-pastejo (15 e 25 cm). Os manejos foram realizados no período chuvoso enquanto que no período seco o pasto foi manejado sob lotação contínua. No pasto foi avaliada a altura do dossel, massa de forragem, massa de lâmina foliar, massa de colmo, massa de material morto, relação lâmina foliar:colmo, os teores de proteína bruta, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, lignina em detergente ácido dos componentes morfológicos. Foram utilizados 16 ovinos com peso corporal inicial de 19 ± 4,7 kg, e avaliado o ganho de peso médio diário, o ganho de peso por hectare e a taxa de lotação. As interações entre as fontes de variações não foram significativas para nenhuma das variáveis. As alturas de pós-pastejo modificaram as massas de forragem total e de material morto na época de seca, quando manejados nas águas a 25 cm foram observados os maiores valores de 2912,5 e 1840,9 kg/ha de matéria seca, respectivamente. Não houve efeito dos manejos adotados no período das águas na composição química das lâminas foliares no período seco. Não foram observadas efeito dos manejos adotados no período das águas sobre o desempenho animal no período seco. Os pastos manejados com altura de pós-pastejo de 25 cm na época das águas, independente das metas de pré-pastejo, 90% ou 95% de interceptação de luz, mantém a estrutura mais adequada ao pastejo durante a época seca. Os manejos adotados na época das águas não interferiram no desempenho e produtividade dos animais.


Forage structure and performance of sheep raised on massai grass during the dry season in response to wet season management
Abstract

The objective of this study was to evaluate the canopy structure and performance of sheep raised on massai grass during the dry season in response to the management adopted during the wet season. The treatments consisted of two targets of light interception (90 and 95%) and two post-grazing heights (15 and 25 cm) in a 2 x 2 factorial scheme. Pastures were managed during the wet season, while continuous stocking was used during the dry season. The following pasture characteristics were evaluated: canopy height, forage mass, leaf blade, stem and dead matter mass, leaf blade:stem ratio, crude protein, neutral detergent fiber, acid detergent fiber and acid detergent lignin content, and dead matter of morphological components. Sixteen sheep with an initial body weight of 19 ± 4.7 kg were used and average daily gain, weight gain per hectare and stocking rate were evaluated. The interactions between sources of variation were not significant for any of the variables. Post-grazing heights modified total forage and dead matter mass in the dry season, with the highest values of 2912.5 and 1840.9 kg/ha of dry matter, respectively, being observed when the pastures were managed at 25 cm during the wet season. There was no effect of the management adopted during the wet season on the chemical composition of leaf blades during the dry season. The management adopted during the wet season exerted no effect on animal performance during the dry season. Pasture management to a post-grazing height of 25 cm during the wet season, irrespective of pre-grazing target (90% or 95% light interception), maintains the most adequate forage structure during the dry season. The management adopted during the wet season did not interfere with the performance or productivity of animals.


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