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PUBLICAÇÕES >> Dissertações de Mestrado
A eficiência alimentar em grupos genéticos: Taurino, Zebuíno e Taurino adaptado

Autores
Renan Sugahara Permigiani

Resumo

Este experimento foi conduzido no Centro de Performance da CRV Lagoa (Sertãozinho-SP). Foram utilizados 172 animais machos não castrados, sendo 29 Taurinos, 74 Zebuínos e 69 Taurinos Adaptados, com idade e peso vivo inicial médio de 8±2 meses e 294 kg ±46kg, respectivamente. Foi mensurado o consumo diário de alimentos de cada animal, através da utilização de cochos de alimentação automática. As pesagens foram realizadas diariamente em balanças automáticas de pesagem voluntária (Intergado®). O consumo de matéria-seca foi corrigido para a matéria-seca do volumoso. Para corrigir as diferença de energia metabolizável (EM) das dietas foi realizado um ajuste do consumo de matéria seca em função da quantidade de EM existente em cada dieta. Para os cálculos do consumo alimentar residual foram utilizados três modelos, CAR, proposto por Koch (1963), CARgd com a inclusão de medidas de espessura de gordura e marmoreio, obtidas por ultrassonografia e CARus contendo também a área de olho de lombo, a partir da ingestão de matéria-seca esperado ajustado para a composição de carcaça medida por ultrassom, aumentando o R² da equação. Para estimar o ganho médio diário de cada animal durante dos 50 dias de medição de consumo foi realizada análise de regressão de todas as pesagens diárias dos animais. Outras medidas de eficiência, como conversão alimentar, eficiência alimentar, taxa de kleiber, eficiência biológica e idade para alcançar os 450 kg de peso vivo foram calculadas. Os Taurinos foram melhores em eficiência alimentar, conversão alimentar e eficiência biológica. Os Taurinos Adaptados se igualaram na eficiência alimentar com os Taurinos, e foram melhores na taxa de Kleiber e chegaram mais cedo aos 450 kg de peso vivo. Os Zebuínos se mantiveram entre os dois grupos genéticos, em se tratando de características de eficiência. Ao classificar os animais em Alto Médio e Baixo CARus, não foi encontrado diferenças entre peso inicial e final, e também em medidas de ultrassonografia. Nas outras medidas de eficiência, o animais de Baixo CARus, apresentaram médias melhores.

Palavras-chave: consumo alimentar residual, ultrassom de carcaça, ganho médio diário

Íntegra (PDF)


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